No tempo do Millo, a gente jogava por litros de chope. Não tinha odd, cash out, green, red nem especialista em investimento esportivo.
Tinha camisa suada, canela dolorida e a certeza de que, depois do jogo, alguém ia pagar a conta — ou pelo menos fingir que esqueceu.
Agora essa geração quer parar o Brasileirão por causa do fim das BETs.
Parem o campeonato? Me poupem.
O Millo jogava por chope, amizade e vergonha na cara. Se sobrasse dinheiro, era lucro. Se não sobrasse, entrava no fiado.
Millo é Millo. O resto é bosta
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