Basta falar em Neymar no grupo que o negócio vira guerra civil.
De um lado, o Memi Futebol Clube, defendendo o homem como se ainda fosse 2015, com drible curto, ousadia e salvação da pátria no pacote. Do outro, a maioria já com alergia a replay, lesão, novela e documentário sobre auge.
A verdade é que os dois lados exageram bonito.
Quem ama o Neymar fala dele como se fosse obrigatório na Copa por decreto divino. Quem odeia já age como se o cara nunca tivesse jogado nada além de publicidade e pôquer.
Só que a pergunta é bem mais simples e bem mais cruel:
Neymar ainda tem bola pra merecer Copa ou só tem nome pra render debate?
Porque por saudade mal resolvida, leva o Ronaldinho também e faz um festival de nostalgia.
Neymar foi craque? Óbvio.
Mas em pré-Copa viver de “se ele estiver bem...” já começa com cheiro de desespero.
O problema nem é o Neymar.
O problema é o brasileiro ainda tratar o sujeito como última boia emocional da seleção.
Então fica o duelo oficial do grupo:
Memi e a tropa do “com bola no pé ele decide” vs a maioria do “já deu, supera”
Chamada final
E AÍ: NEYMAR NA COPA POR MÉRITO OU POR SAUDADE?
Hoje está liberado comentar com clubismo, raiva, nostalgia e zero equilíbrio.

2 comentários:
Menino Ney é ex, faz tempo. Abraço
Naca não entende nada.
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